The Adventures of Elliot quebra a fórmula HD-2D da Square Enix com combate em tempo real
A Square Enix consolidou o estilo visual HD-2D como marca registrada desde o sucesso de Octopath Traveler. Nos últimos anos, a desenvolvedora tem aplicado essa estética em diversos lançamentos, desde títulos completamente originais até remakes de clássicos da franquia. No entanto, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales decide seguir um caminho diferente.
Enquanto a maioria dos jogos que adotam o HD-2D mantém o sistema de combate por turnos tradicional dos RPGs, este novo título ousa inovar. Elliot traz um sistema de batalha em tempo real, mesclado com um forte apelo na resolução de quebra-cabeças ambientais. É uma abordagem refrescante que mostra a flexibilidade do visual icônico da Square Enix.
Um mundo entre eras
O jogo se passa em Philabieldia, um continente habitado por tribos de criaturas que praticamente dizimaram a humanidade. Os poucos humanos sobreviventes encontram refúgio no reino de Huther, protegido por uma barreira mágica alimentada pelos poderes da Princesa Heuria. É neste contexto de tensão e mistério que nosso protagonista, o aventureiro Elliot, decide explorar além das muralhas.
Durante sua expedição, Elliot descobre um portal enigmático que parece conectar diferentes períodos temporais. Essa descoberta promete ser o ponto de partida para uma narrativa que brinca com viagens entre épocas distintas, elemento que justifica o subtítulo “The Millennium Tales”.
Com essa premissa, a Square Enix está demonstrando que o HD-2D é bem mais versátil do que muitos imaginavam. Não se trata apenas de um estilo visual bonito para RPGs clássicos, mas de uma base sólida que pode suportar diferentes gêneros e mecânicas. The Adventures of Elliot é um exemplo de como a criatividade pode florescer mesmo dentro de limites visuais bem definidos.
Fonte: GameBlast




