The Elder Scrolls 6 sofre impacto direto dos cortes da Microsoft; moral da Bethesda em colapso
Os efeitos devastadores dos cortes massivos anunciados pela Microsoft esta semana começam a ganhar contornos mais claros. Desta vez, funcionários da Bethesda revelaram à mídia especializada que o aguardado The Elder Scrolls 6 enfrentará consequências “substanciais e em cascata” com as demissões de profissionais-chave do projeto.
A notícia chega como mais um golpe para a franquia de RPG que há anos aguarda novo capítulo. Com desenvolvimento já em andamento há tempos, o título vê agora sua equipe desfalcada justamente no momento em que deveria ganhar aceleração. Segundo relatos internos, o moral entre os desenvolvedores caiu para patamares preocupantes.
Os demitidos não foram apenas nomes genéricos: tratam-se de profissionais experientes e essenciais para a continuidade do projeto. Essa perda de expertise representa um retrocesso significativo para um jogo que já era esperado para anos à frente do lançamento.
Para os fãs brasileiros da série, conhecida por criar mundos imersivos e repletos de possibilidades (como bem demonstrou Skyrim em 2011), essa situação é particularmente preocupante. The Elder Scrolls 6 representava a próxima grande evolução do gênero RPG, prometendo tecnologias de ponta e narrativas ambiciosas.
A Microsoft, proprietária da Bethesda desde 2021, enfrenta críticas crescentes pelas ondas de demissão que afetam estúdios renomados. O impacto não se limita a um único projeto, mas compromete múltiplas produções simultaneamente, criando um efeito dominó preocupante na indústria.
Para os jogadores que esperavam novidades concretas sobre The Elder Scrolls 6 em breve, as perspectivas ficam ainda mais nebulosas. A empresa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o impacto dessas demissões no cronograma do jogo, deixando apenas incerteza no ar.
Fonte: Eurogamer




