Call of Duty Black Ops 1 e 2 no PS4/PS5 já enfrentam invasão de hackers, mas Activision age rápido
Os remasters de Call of Duty Black Ops 1 e 2 lançados recentemente para PlayStation 4 e 5 se tornaram os títulos mais populares da PS Store, apesar do preço elevado e do conteúdo mínimo oferecido. Porém, essa explosão de popularidade trouxe consigo um problema antigo e bem conhecido pela comunidade: a presença massiva de hackers e lobbies modificados.
O cenário não é exatamente uma surpresa para quem acompanha o histórico dessas duas obras clássicas. Desde seus lançamentos originais, há mais de uma década, Black Ops 1 e 2 enfrentam uma batalha constante contra modadores que exploram falhas no sistema de anticheat, criando partidas desequilibradas onde algumas vantagens impossíveis se tornam comuns.
A comunidade brasileira, que é uma das maiores do Call of Duty globalmente, já relata encontros frequentes com jogadores suspeitos utilizando aimbot, wallhack e outras modificações em modo multiplayer. O problema intensificou-se logo após o lançamento, quando centenas de milhares de novos jogadores migraram para essas versões remasterizadas em busca de nostalgia.
A boa notícia é que a Activision não ficou de braços cruzados. A empresa já iniciou operações de limpeza nos servidores, aplicando banimentos progressivos e intensificando a detecção automática de atividades suspeitas. Além disso, a desenvolvedora Beenox reforçou os sistemas de segurança para tentar coibir novos ataques.
Apesar dos esforços, especialistas apontam que o controle total será difícil, já que esses jogos utilizam uma arquitetura de servidores mais antiga. A comunidade espera que melhorias contínuas tornem a experiência mais segura nos próximos meses, consolidando essas remasters como verdadeiras opções viáveis para quem quer reviver o auge do Black Ops.
Fonte: Eurogamer




