Se o filme de Nolan seguir o jogo de 2012, Matt Damon vai gastar UMA HORA inteira em um quebra-cabeça de tear
Christopher Nolan finalmente lança seu épico filme The Odyssey nos cinemas, e enquanto todos correm para as salas IMAX, um jornalista da PC Gamer teve uma ideia bem criativa: jogar o game homônimo de 2012 pelo tempo exato do filme (2 horas e 53 minutos) para prever como será a experiência cinematográfica.
A brincadeira parte de uma premissa interessante: o jogo de aventura point-and-click original, desenvolvido pela Crazysoft e posteriormente portado para Steam em 2016, seria uma espécie de “blueprint” para o filme. O resultado? Uma análise bem-humorada sobre como jogos de puzzle antigos conseguem consumir uma quantidade absurda de tempo em desafios aparentemente simples.
De acordo com a matéria original, se o filme realmente seguir a estrutura do jogo, os espectadores podem esperar ver Matt Damon passando praticamente a primeira hora inteira tentando resolver um único quebra-cabeça de tear. Isso mesmo: 60 minutos em um único obstáculo lógico.
O ponto de humor da crítica toca em algo que gamers veteranos conhecem bem: aquela frustração clássica de jogos point-and-click antigos, onde você clica em tudo, tenta todas as combinações possíveis e fica preso por horas em mecanismos que, em retrospectiva, parecem ridiculamente simples.
A observação também serve como um lembrete nostálgico sobre como a indústria de games evoluiu. Jogos modernos tendem a ser muito mais diretos e intuitivos, enquanto os clássicos de 2012 e anteriores frequentemente abraçavam uma dificuldade que beirava o absurdo.
Seja qual for o resultado real do filme de Nolan, a comparação divertida mostra como a experiência de jogar um jogo de aventura clássico pode ser tão épica (e cansativa) quanto assistir a um filme blockbuster de quase três horas.
Fonte: PC Gamer




