id Software está bem, garante diretor de Doom após demissões da Microsoft
A onda de demissões que varreu os estúdios da Microsoft no início de janeiro deixou muitos gamers preocupados com o futuro da lendária id Software, responsável pelas franquias Doom e Quake. Especulações na comunidade apontavam que os cortes teriam sido devastadores, comprometendo a capacidade da desenvolvedora de criar novos títulos e manter sua engine proprietária, a idTech.
Porém, Hugo Martin, diretor criativo da id Software, veio a público desmentir os rumores mais alarmistas. Durante um stream do Slayers Club, Martin explicou que o tamanho atual do estúdio é comparável ao que possuía há uma década, quando desenvolveu o aclamado Doom de 2016. “Os relatos de que fomos completamente dizimados e que sobraram apenas 50 pessoas não são verdadeiros”, afirmou o diretor.
Segundo Martin, a idTech continua robusta e operacional. O estúdio mantém engenheiros especializados tanto em Frankfurt quanto em outras localidades, garantindo o desenvolvimento contínuo da engine. A mensagem é clara: apesar dos cortes, a estrutura necessária para produzir novos jogos permanece intacta.
O diretor também reforçou uma perspectiva importante para qualquer estúdio: a qualidade final dos games é o que realmente importa. Essa postura ressoa particularmente bem considerando que Doom Eternal (2020) foi um sucesso crítico e comercial, provando que a id Software mantém sua capacidade de criar experiências de primeira qualidade no gênero FPS.
A confirmação vem no momento certo, quando fãs e profissionais da indústria buscam sinais de estabilidade após os cortes da Microsoft. Com a idTech ativa e o time mantendo seu tamanho funcional, a id Software segue como um pilar importante da Microsoft’s Game Pass e da estratégia de conteúdo para PC e consoles Xbox.
Fonte: PC Gamer




