Games

Desenvolvedora de Warframe lamenta o fim de Destiny 2: “É devastador”

A rivalidade entre as comunidades de Destiny e Warframe é bem conhecida no cenário dos games de tiro em primeira pessoa com elementos MMO. Ambos os títulos ocupam um espaço similar no mercado, atraindo jogadores que buscam experiências imersivas em universos sci-fi repletos de loot e customização. Porém, quando o assunto é o encerramento do suporte ativo a Destiny 2, a diretora de comunidade de Warframe não vê motivo para celebração.

Recentemente, a Bungie anunciou o fim das atualizações e expansões para Destiny 2, encerrando um ciclo de desenvolvimento que perdurou por anos. A notícia causou impacto significativo na indústria, especialmente entre os títulos que compartilham a mesma proposta de jogabilidade. Para a equipe por trás de Warframe, o rival direto no gênero de looter-shooter, o cenário não é motivo de vitória, mas sim de reflexão profunda sobre o estado do segmento.

A diretora de comunidade de Warframe se manifestou sobre o tema, descrevendo a situação como “devastadora”. Longe de parecer arrogante ou condescendente, seu comentário revela uma perspectiva solidária com a comunidade de jogadores que investiram tempo e recursos em Destiny 2. A declaração destaca um aspecto importante da indústria de games: o reconhecimento de que o fim de um grande título afeta todo o ecossistema do segmento.

Essa postura da desenvolvedora brasileira Digital Extremes (criadora de Warframe) contrasta com a rivalidade típica entre comunidades. Apesar da competição natural entre os dois títulos, a reflexão compartilhada aponta para uma maturidade na forma como profissionais da indústria lidam com encerramentos de serviços online. O comentário reconhece o vácuo deixado por Destiny 2 e a importância que o jogo representava para milhões de jogadores ao redor do mundo, incluindo na comunidade brasileira de gamers.

Fonte: Rock Paper Shotgun

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo