Games

O que a galera está jogando: Split Fiction, romance nos games e ceticismo com o novo Onimusha

A redação de games volta com mais um episódio da coluna que acompanha o dia a dia dos críticos e suas experiências com os últimos lançamentos. Desta vez, temos histórias bem variadas que mostram como cada jogo consegue cativar de maneiras completamente diferentes.

Victoria finalmente conseguiu completar Split Fiction, e pela primeira vez em bastante tempo, a sensação é de verdadeira satisfação. Depois de uma jornada longa e cheia de desafios, a conclusão do jogo justificou cada hora investida. É aquele tipo de experiência que deixa uma marca positiva quando você vê o “The End” na tela.

Em uma reviravolta bem inusitada, Bertie parece estar completamente envolvido com mecânicas de acasalamento em um dos títulos que está testando. Sim, você leu certo – e sim, isso é estranho de descrever. A obsessão do colega pelos sistemas reprodutivos de personagens nos jogadores mostrou como a indústria está buscando profundidade em áreas bem específicas da simulação digital. Não é exatamente sobre músicas românticas de Barry White, mas definitivamente traz um teor adulto interessante aos games.

Por outro lado, Sherif é quem traz a nota mais cética da semana. Depois de colocar as mãos no demo do novo Onimusha, a impressão não foi particularmente animadora. A franquia clássica de action medieval japonês não conseguiu convencer o crítico durante esse primeiro contato, levantando questões sobre se o reboot conseguirá capturar a magia dos originais que marcaram época no PlayStation 2.

Esses relatos mostram bem a diversidade que os games modernos conseguem oferecer: títulos que conquistam pela narrativa e gameplay coeso, experiências simuladores mais profundas e tentativas de reviver clássicos do passado. Nem sempre o resultado é igualmente satisfatório, mas a jornada vale a pena.

Fonte: Eurogamer

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo